É mimar como se fosse meu. É ser protectora. É fazer rir. É limpar lágrimas. É levantar do chão depois de uma queda. É dar um abraço sempre que lhe apetecer. É ralhar quando é necessário. É mudar as fraldas que o pai não quiser mudar. É chamar à atenção quando ele faz diabruras. É dar-lhe comida à boca. É ensiná-lo a gostar de gelados. É não controlar o riso, depois de umas asneira. É deixar que me acordem só porque sim. É permitir determinadas coisas que os pais não permitem. É saber fugir ás regras dos pais. É ter um ombro amigo e uma palavra encorajadora. E é por tudo isto que eu já adoro este estatuto. Obrigada por tudo, por todos os gestos e pela possibilidade que me dás para estar perto!

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